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Cazuza: mostra sua cara

até 23 de fevereiro de 2014
de terça-feira das 10h às 22h
sendo que a bilheteria fecha às 21h

de quarta-feira a domingo das 10h às 18h
sendo que a bilheteria fecha às 17h

O Museu não abre às segundas-feiras,
nos dias 24, 25 e 31 de dezembro, no dia 01 de janeiro,
nas terças-feiras de Carnaval e nos dias de eleições ou plebiscito na Cidade de São Paulo
(eleição municipal/estadual/federal)

Home > Agenda > Exposições > Cazuza - mostra sua cara

Exposição do Museu da Língua Portuguesa, do Governo do Estado de São Paulo, que presta homenagem ao artista, ícone da rebeldia e da irreverência na música brasileira
 
Rebelde e contestador, Cazuza encarnou a figura do jovem de sua época: vivia de forma intensa e queria mudar o mundo. Entretanto, soube como poucos transformar sentimentos e paixões em poesia. Seus versos fortes e sua personalidade irreverente marcaram a história da música brasileira e vêm influenciando gerações até hoje, 23 anos após sua morte.

 Batizado Agenor de Miranda Araújo Neto e conhecido nacionalmente como Cazuza, o Museu da Língua Portuguesa presta, pela primeira vez, através de uma mostra temporária, homenagem a um músico, compositor e cantor de nossa MPB
A exposição “CAZUZA mostra sua cara”, tem curadoria do arquiteto e cenógrafo Gringo Cardia.

“Com esta exposição – a primeira em sua história dedicada a um criador que se destacou como compositor e não como escritor – o Museu oferece ao público uma abordagem dupla e indissociável sobre a Língua Portuguesa e a música brasileira como patrimônios imateriais de nosso País. Nela também está presente a marca do Museu, ao oferecer aos visitantes uma experiência multissensorial de grande impacto”, afirma o Secretário de Estado da Cultura, Marcelo Mattos Araújo.

Montada no primeiro andar do Museu até o dia 23 de fevereiro de 2014, a mostra apresenta Cazuza como um dos expoentes da canção popular, que soube unir a tradição escrita à oral, fazendo a poesia circular livremente do livro para a música. “As pessoas se aproximam mais das palavras por meio da música em um país como o nosso, com uma tradição oral muito significativa. E a tradição escrita vai além dos grandes nomes da literatura: também é popular, está no sangue do brasileiro. Cazuza, afinal, era um poeta”, comenta Gringo, que contou com a consultoria da historiadora Heloisa Starling e do jornalista e crítico musical Silvio Essinger para construir a narrativa da exposição. A mostra pretende fazer o visitante embarcar em uma viagem pela obra e vida do artista, fazendo-o sair do eixo, envolver-se e emocionar-se.

“Ao expor a obra de Cazuza, o Museu da Língua Portuguesa confirma sua vocação inovadora de celebrar a língua nos seus mais variados e ricos usos. O museu já recebeu a obra de Fernando Pessoa, Guimarães Rosa e Rubem Braga, entre outros. Chegou a vez de um letrista da música popular. Esperamos com isso nos aproximar ainda mais do público”, reforça Hugo Barreto, secretário-geral da Fundação Roberto Marinho.

A face política de Cazuza, autor de canções como “Brasil” e “Ideologia”, também ganha espaço na exposição. A geração do artista vivenciou o período da ditadura e participou intensamente do processo de abertura política do país. Nos anos 1980, ainda com a censura atuante, a bandeira do rock era levantada como manifestação do inconformismo. Nesse contexto, a figura libertária e a linguagem coloquial de Cazuza falavam diretamente à garotada, que transformava seus versos em slogans, em palavras de ordem. É por esse viés político que a exposição pretende conectar o compositor com os jovens de hoje.

"Há dois anos, quando procuramos a Lucinha Araújo com a proposta de homenagearmos Cazuza no Museu da Língua Portuguesa, nossa ideia já era apresentar ao público o trabalho do artista, do poeta e do músico, mas com foco na sua inquietação e no seu inconformismo diante da realidade. Naquela ocasião, nem nos passava pela cabeça as manifestações de junho deste ano, que encheram de jovens as ruas do Brasil todo, muitos deles empunhando cartazes e faixas com pensamentos e letras de músicas do nosso homenageado. Assim, temos certeza que o Museu está absolutamente sintonizado com os tempos atuais e a obra do Cazuza mais viva do que nunca!", comemora Antonio Carlos Sartini, diretor do Museu da Língua Portuguesa.

 

Museu da Língua Portuguesa
Praça da Luz, S/N - Centro
São Paulo/SP
Tel.: (11) 3322-0080

www.leoni.art.br

site interessante

Museu da Língua Portuguesa

Inaugurado oficialmente no dia 20 de março, o Museu da Língua Portuguesa abriu suas portas ao público no dia 21 de março de 2006. Em seus três primeiro anos de funcionamento mais de 1.600.000 pessoas já visitaram o espaço, consolidando-o como um dos museus mais visitados do Brasil e da América do Sul.

O Museu contou com uma equipe de criação e pesquisa composta por mais de trinta profissionais qualificados, dentre eles sociólogos, museólogos, especialistas em língua portuguesa e artistas que trabalharam sob a orientação da Fundação Roberto Marinho, instituição conveniada ao Governo do Estado de São Paulo responsável pela concepção e implantação do museu.

Seu projeto foi avaliado em aproximadamente R$37.000.000,00 (trinta e sete milhões de reais) que foram usados para financiar a criação, pesquisa, implantação do museu e restauro do Prédio da Estação da Luz. O projeto arquitetônico é de autoria de Pedro Mendes da Rocha e Paulo Mendes da Rocha.

O Museu da Língua Portuguesa, dedicado à valorização e difusão do nosso idioma (patrimônio imaterial), apresenta uma forma expositiva diferenciada das demais instituições museológicas do país e do mundo, usando tecnologia de ponta e recursos interativos para a apresentação de seus conteúdos... [+]

Cazuza: só as mães são felizes

Lucinha Araújo
Regina Echeverria
Globo
2004

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Em um depoimento dado a Regina Echeverria, num tom quase de confidência, Lucinha Araujo apresenta fatos marcantes de sua vida com seu único filho, o cantor e compositor Cazuza, morto em 1990, em consequência da Aids. 'Cazuza - Só as mães são felizes', além de trazer informações sobre a trajetória de Cazuza e sua relação familiar, apresenta uma série de imagens do artista.

O Tempo Não Pára
Viva Cazuza

Lucinha Araújo
Globo
2011

'O tempo não para - Viva Cazuza' traz alguns depoimentos de pessoas que cruzaram e deixaram impressões na vida do cantor, como Ney Matogrosso, sua própria mãe, Sandra de Sá, Frejat, Ezequiel Neves, Nilo Romero, George Israel e ainda, o ex-namorado Sergindo, entre outros.

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Segredos de liquidificador: um estudo das letras de Cazuza

Rafael Barbosa Julião

Dissertação (Mestrado em Letras Vernáculas) – Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2010.

Cazuza foi um importante letrista da canção popular, sendo um nome de grande destaque no cenário musical brasileiro da década de 1980. O presente estudo tem por objetivo oferecer uma visão ampla sobre sua produção, observando fatores como: (a) sua relação com a história da música popular brasileira; (b) a influência de fatores históricos e biográficos; (c) a rebeldia romântica e a busca do remédio contra o tédio; (d) os ecos da contracultura; (e) a leitura de Clarice Lispector; (h) a visão da cidade; (i) a concepção de Brasil; (j) AIDS, morte e ideologia. Esse trabalho, portanto, busca revelar os segredos do liquidificador de Cazuza, onde se preparou um poderoso veneno antimonotonia. Palavras-chave: Cazuza; contracultura; música brasileira; Tropicália; anos 1980; AIDS... [+]

Cazuza
Preciso dizer que te amo

Lucinha Araújo
Regina Echeverria
Globo
2001

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Este livro é resultado de anos de pesquisa realizada por Lucinha Araújo, mãe do cantor, e reúne 205 letras e poesias, entre elas, cerca de 78 letras inéditas que nunca foram publicadas. Depois do best seller 'Só as Mães São Felizes', lançado em 1997, Lucinha Araujo retornou à bem sucedida parceria com a jornalista Regina Echeverria, responsável pelo texto e edição e com a colaboração do jornalista Mauro Ferreira. 'Preciso Dizer que Te Amo' é, antes de tudo, uma obra de referência sobre o rico legado artístico de Cazuza e apresenta, de maneira cronológica, toda a produção do artista, desde o primeiro disco do Barão Vermelho até suas últimas composições. Cada capítulo traz, além de declarações de Cazuza, todas as letras do período comentadas por seus parceiros, curiosidades de bastidores e um resumo dos principais acontecimentos da época em que as canções foram criadas. Frejat, Ezequiel Neves, Lobão, Rita Lee, Arnaldo Brandão, Ângela Ro Ro, Bebel Gilberto, João Donato, Dé, George Israel, Nilo Romero e Orlando Moraes são alguns dos parceiros musicais de Cazuza que colaboraram com a publicação, revelando curiosidades de como foram criadas as canções que marcaram a carreira do artista e de sua geração. Além dos compositores, a obra registra todos os grandes nomes da MPB que gravaram as composições de Cazuza e revela detalhes das regravações.

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“PARA QUEM NÃO SABE AMAR, FICA ESPERANDO ALGUÉM, QUE CAIBA NO SEU SONHO”
Uma leitura psicanalítica da obra musical de Cazuza

Agis Bechir Elias Junior

Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Social da Universidade Federal do Pará para obtenção do título de Mestre em Psicologia Clínica e Social.

Universidade Federal do Pará (UFPA) - Belém, 2010

Este trabalho consistiu em um exercício de interpretação psicanalítica da obra musical de Cazuza. Dividida em três períodos: Barão Vermelho, carreira solo e carreira solo sob o signo da AIDS. Buscou-se uma escuta, na qual o intérprete está implicado na produção de um novo sentido. Desse modo, utilizou-se a proposta metodológica da psicanálise implicada, buscando-se aproximações entre a psicanálise e a arte poética, explorando nesse entrelaçamento, a dimensão do desamparo (Hilflosigkeit), do excesso como soluções que reparam os efeitos da castração, como se se tratasse de um defeito na constituição narcísica e, finalmente, a finitude, que para Cazuza anunciou-se antecipadamente, impondo a ele um novo modo de pensar e lidar com o fim. Levou-se em conta que Freud, em seus textos sobre arte, admite que ela, tal qual os sonhos e chistes, é projeção do inconsciente e que posteriormente a concebe dentro dos limites da “compulsão à repetição” do “eterno retorno do mesmo” como uma subjetividade regida para além do principio do prazer. Por fim, encontra-se que o “Eu Lírico” do poeta aponta para a falta absoluta de solução para condição humana diante de sua fragilidade, para o lugar do vazio da significação do próprio ser e de sua existência. Palavras-chave: Amor. Desamparo. Excesso. Finitude...[+]

Cazuza
O tempp não para

DVD
Sony Picture
2004

 

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Sob a lona do Circo Voador, um jovem canta uma música em inglês. Poderia ser apenas mais um entre inúmeros aspirantes ao sucesso, no entanto, Cazuza não ficaria muito tempo na tribo dos talentos promissores. Instável e desafiador, mas também sedutor, ele vivia sua confortável vida de garoto da zona sul do Rio sob a cerrada vigilância da mãe. Cazuza queria tudo ao mesmo tempo. Sua urgência transgressora não conhecia limites e se refletia em todas as áreas de sua vida. E ele logo descobriu que a música era a melhor maneira de expressar esse sentimento. Viver cada vez mais intensamente, romper limites e correr riscos fazia parte de seu show cotidiano.

Exposição "Cazuza, Mostra A Sua Cara"
Metrópolis 30/10/2013

FONTE: TV Cultura

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